A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica a dependência alcoólica na lista de doenças e prioridades que devem sofrer duas frentes de batalhas: informação e tratamento. No Brasil, o Ministério da Saúde fez correta campanha para impedir a publicidade de bebidas alcoólicas, espécie de contrainformação, mas acabou perdendo a luta para o poder econômico.
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