Blog do CEREA de Goiânia
"Aqui nos tratamos do alcoolismo"
quarta-feira, 21 de março de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Novo Projeto de Lei
Projeto de lei nº 2.194/11: Altera o texto da Lei nº 16.754/09, que dispõe sobre a obrigatoriedade do uso da expressão "Se beber, não dirija" em todos os cardápios de bares e similares em Goiás.
A Governadoria propõe que a fiscalização do cumprimento da Lei, inclusive a imposição de penalidade ao estabelecimento, seja competente à Superintendência de Proteção aos Direitos do Consumidor (Procon-GO), da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Justiça.
Além disso, o projeto dispõe que o valor arrecadado com a multa seja recolhido como receita do Fundo Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (FEDC).
Fonte: Assembleia legislativa de Goiás
OBS - A lei 16.754/09 encontra-se na pagina de "Legislações"
segunda-feira, 16 de maio de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
Bebidas alcoólicas liberadas em estádio
Bebidas alcoólicas liberadas em estádio (Goiãnia/Goiás)
Proibição de venda e consumo foi anulada por atropelar direitos constitucionais
O juiz da 3ª Vara da Fazenda Pública Estadual, Ari Ferreira de Queiroz, anulou a decisão que proibia a venda de bebidas alcoólicas nos estádios de futebol, incluindo o Serra Dourada, na última quarta-feira, 16. A decisão foi decorrente de ação imposta pelo proprietário de um bar e lanchonete no Estádio Serra Dourada, Rogério Gonçalves Brandão, contra o Estado de Goiás e a Federação Goiana de Futebol (FGF), que se opunha à ação por acatar uma resolução proposta pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) que era favorável à proibição em campeonatos nacionais.
Em 2009, o magistrado já havia concedido liminar autorizando o comércio de bebidas alcoólicas, mas teve a ação suspensa pelo Tribunal de Justiça. No entanto, a decisão foi restabelecida pelo Tribunal de Justiça de Goiás. Segundo o juiz Ari de Queiroz, a lei proibitiva da venda e consumo de bebidas alcoólicas nas dependências dos estádios é inválida e incompetente porque atropelava vários direitos fundamentais e constitucionais e, por esta razão, a Justiça anulou todos. Ele ainda ressalta que as pessoas interessadas na medida, os permissionários – proprietários de bares e lanchonetes – não participaram do acordo e esse foi mais um motivo para comprovar a sua invalidade.
De acordo com a assessoria da Federação Goiana de Futebol, a decisão não será revogada pelo órgão. Segundo a FGF, a medida que dá parecer da Justiça sobre o caso, não há o que se opor, e a decisão judicial será cumprida. A assessoria esclarece ainda que foi seguida uma tendência à restrição de bebidas alcoólicas por conta de resolução imposta pela CBF, que não era a favor do consumo.
A ação beneficia os proprietários dos 17 bares que estão em funcionamento no Estádio Serra Dourada, que há tempos lutavam pela liberação do álcool no estádio. Para Neimer Vasques, proprietário de uma lanchonete no estádio e presidente da Associação dos Permissionários de Bares e Ambulantes do Serra Dourada, a proibição era injusta, pois além de prejudicar o comércio, não colocava um fim no problema da violência. “Fica inviável manter o estabelecimento sem a venda de bebidas. Minhas vendas caíram cerca de 80% na época da proibição”, pondera. Além do prejuízo nas vendas, Neimer acredita que quem provoca bagunça nos estádios são as torcidas organizadas e não a bebida.
Para o subcomandante do policiamento da Capital, tenente-coronel Cláudio Luís, a restrição da venda e consumo do álcool era um problema a menos para a Polícia Militar, que cuida da segurança nos estádios. “É mais fácil lidar com a pessoa sóbria do que embriagada, facilita o trabalho da PM”, acredita. Segundo ele, os fatores que contribuem para a violência nos estádios são inúmeros e não é possível escolher algo específico para colocar a culpa, mas sem o álcool, ele acredita ser mais fácil lidar com a situação.
O gerente do Estádio Serra Dourada, Itamir Campos Arantes Júnior, vê pontos positivos na liberação da bebida devido à diminuição do público quando há proibição. “Quando proibiram a venda e o consumo de álcool aqui, os índices de agressão e violência não diminuíram, as estatísticas foram praticamente as mesmas. No entanto, se proíbem, o público diminui consideravelmente”, afirma. Ele ainda ressalta que se há restrição ao álcool, a porta de entrada para o consumo de outras drogas aumenta.
Fonte: Jornal o Diário da Manhã ( Editorial/Cidades) - 18 11 2011.
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domingo, 2 de janeiro de 2011
CARTA AOS ARTISTAS DO BRASIL
É do conhecimento de todos que artistas, jogadores, cantores, etc. estão sempre à frente do público. Em geral estão sendo vistos, seguidos, ditando, induzindo assim o povo a seguir moda, atitudes e jeito de viver.
Não só artistas, mas vários tipos de líderes que a sociedade vê como "exemplo" a ser seguido.
Decepciono-me muito ao ver um artista n TV, rádio ou qualquer outro meio de comunicação fazendo propaganda de bebida alcoólica, e são muitos a ponto de se tornar escandaloso, e agora até o novo técnico da seleção entrou no time do demônio.
O pior é que ninguém vê o problema ou vê e não faz nada; só sei que as propagandas continuam, será que eles não sabem o desastre que eles causam na sociedade, nas famílias, no ser humano?
Quando presenciei um Padre dizer que gosta de tomar umas de vez em quando fiquei chocado, decepcionado. Ou quando outro defende o uso de bebida alcoólica em uma emissora de rádio, achei o cúmulo do absurdo. Ou quando em plena missa ele diz: "ah! O melhor momento da pescaria foi quando eu sentei e bebi uma lata de cerveja!"
Será que ele não mede as conseqüências disto? Se um Padre fala isso ele libera o uso de bebida alcoólica para todos incluindo crianças, jovens. A bebida alcoólica é um mal que mata mais que todas as guerras juntas.
Quanto aos Padres eu considero que eles jogam em dois times: ora estão do lado de Deus, ora estão do lado do demônio, porque a bebida alcoólica é um instrumento usado pelo demônio para destruição, desgraça, e mortes de muita gente.
O Papa João Paulo disse aqui no Brasil que "devemos cortar o mal pela raiz”. Ao invés disto, eles alimentam o mal sem medir conseqüências da tragédia que causam. Por favor, conscientizem! Parem de dar essas mancadas!
Será que não vêem as causas de separação, destruição das famílias, discórdia entre irmãos, brigas nos bares e festas, atropelamentos, mortes, tudo por causa da bebida alcoólica? Será que estão cegos ou estão alheios ao problema?
O maior problema do mundo é a desunião dos cristãos, porque uns combatem essa maldição e outros incentivam. Vocês artistas, padres, médicos, radialistas, jogadores, empresários, comerciantes, estudantes, pais de família, pensem bem, conscientizem – se, acordem para o problema! A bebida alcoólica causa dependência, vício, e é uma porta para outras drogas, leva a pessoa à destruição (da moral, da confiança, da saúde, prestígio. honra.), leva a pessoa a perder o emprego, perder a família, bens materiais e finalmente a bebida alcoólica leva à morte.Artistas me desculpem o jeito de ver o problema, mas existem outras formas de ganhar dinheiro ou fama sem destruir lares e vidas.
Sou membro de um movimento (CEREA) que combate o alcoolismo.
Que Deus dê sabedoria a esse povo e nos livre sempre do mal.
Ronaldo Antônio Ferreira Email - ronaldocereano@gmail.com
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
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